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Os 7 desperdícios

  • Superprodução: produção acima da demanda;
  •  Tempo de espera (de materiais e pessoas): refere-se a materiais e pessoas paradas aguardando a operação anterior ou a próxima a ser realizada;
  •  Estoques (Matéria-prima, Produto Acabado e em Processo): são consequência direta do 1.º e 2.º e, além de ocuparem espaço, atrapalham o fluxo contínuo de todos os processos, ocultando os seus reais desperdícios;
  •  Deslocamento excessivo de materiais e produtos: todo o deslocamento desnecessário entre uma operação e outra, aumenta o risco de perdas, danos e atrasos, além de não agregar valor algum ao produto final;
  •  Movimentação/movimentos excessivo de pessoas: está relacionado à ergonomia do colaborador, ou seja, toda vez em que um colaborador tem que se abaixar/esticar, carregar algo ou caminhar além do necessário p/ a execução  de uma determinada operação;
  •  Defeitos e Não-Conformidades: ao se produzir produtos defeituosos, além de se gerar sucata, gera-se também mão-de-obra extra p/ receber a devolução, selecionar/sucatear, re-inspecionar, re-agendar e entregar novamente o produto, além dos casos de multas previstas em contratos de fornecimento.
  •  Operações Extras e/ou Hiper-dimensionadas: são operações que existem apenas p/ corrigir alguma falha/ineficiência em um determinado processo ou que são realizadas com equipamentos de custo/tecnologia/precisão além do necessário.

Fonte: Liker, Jeffrey K. (2004). The Toyota Way: 14 Management Principles from the World’s Greatest Manufacturer. McGraw-Hill. ISBN 9780071392310.

Adaptado por Julio Peres Roselli